segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Goiás mantém ritmo chinês de crescimento

Se a segunda principal economia do mundo bateu no 7,6%, O Produto Interno Bruto Goiano alcançou 6,6% no primeiro trimestre do ano, oito vezes maior que o resultado nacional, de 0,8%; Estado também apresenta excelentes números na agropecuária (9,7%), emprego (6,87%) e indústria (6,7%)

Tribuna do Planalto_ O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 7,6% no segundo trimestre de 2012 com relação ao mesmo período do ano passado. Se o Brasil tivesse uma taxa pelo menos próxima disto, num ambiente de asfixia econômica internacional, seria saudado como um novo tigre. Mas Goiás alcançou, ainda no primeiro trimestre, uma taxa quase de proporções chinesas, a maior entre todos os estados da Federação, um índice que surpreendeu o Brasil.

Se a segunda principal economia do mundo bateu no 7,6%, o PIB goiano galgou 6,6% no primeiro trimestre do ano, oito vezes maior que o resultado nacional, de 0,8%. Além do dado positivo, a política de fomento à economia por parte do Governo de Goiás impulsionou o Estado à condição de líder no ranking de geração de empregos no Brasil neste período. Foram criados de janeiro e julho deste ano em Goiás mais de 74 mil novos postos de trabalho.

 O governador Marconi Perillo disse na sexta-feira (3) durante inauguração do Vapt Vupt do Empresário, que o êxito da economia goiana advém de políticas criadas há alguns anos, que garantiram segurança jurídica ao empreendedor que vem de fora, incentivos fiscais e, consequentemente, competitividade dos produtos goianos.

“Graças a essas ações, podemos ostentar este ano, nos seis primeiros meses, o maior índice de geração de empregos do Brasil: 6,87% de crescimento contra 0,8% de todo o País. Em 14 meses, a indústria goiana é a que proporcionalmente mais cresce no país e, no primeiro trimestre, nosso PIB também foi o que mais avançou no País”, afirma o governador. “Goiás está vivendo um momento bom porque fizemos o papel de indutor de investimentos”, completa.

Goiás 6,6%
China 7,6%
Brasil 0,8%

Agropecuária 9,7%

A economia goiana, devido ao seu perfil produtivo diferenciado, apresentou crescimento superior ao da economia brasileira em praticamente todos os primeiros trimestres. Esse crescimento é resultado principalmente do desempenho da agropecuária e da indústria. No período, a agropecuária registrou taxa de 9,7%, devido aos incrementos observados nos cultivos das lavouras temporárias, que avançaram 9,5%. Já no Brasil, a queda de 8,5% na atividade do setor primário puxou o índice do PIB para baixo. A safra de grãos goiana cresceu 10,7% este ano. Esse resultado posiciona Goiás como o quarto maior produtor nacional.

De acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE, houve crescimento de 18,8% na indústria goiana no primeiro trimestre deste ano. A indústria de transformação teve taxa de 20,1%, com ênfase na expansão de 84,7% na fabricação dos produtos químicos, influenciada pelos medicamentos. O volume de vendas do comércio varejista goiano cresceu 8,1% no primeiro trimestre do ano, sobre igual período de 2011. O bom resultado do comércio varejista no Estado pode ser atribuído à melhora da renda do trabalhador em termos reais.

Emprego 6,87%

Goiás liderou o ranking na geração de empregos no Brasil no primeiro semestre de 2012. Houve variação positiva de 6,87% no número de postos de trabalho se comparado ao igual do ano passado. O saldo entre contratações e demissões realizadas entre janeiro e julho deste ano em Goiás é de 74.176 novos postos de trabalho. Este é o quinto melhor resultado entre as unidades da Federação. O Estado só perde para São Paulo (335.980), Minas Gerais (179.074), Paraná (89.121) e Rio de Janeiro (86.498). Os municípios goianos que mais geraram emprego foram Goiânia (1.037), Cristalina (668) e Itumbiara (564).

Indústria 6,7%

Goiás conseguiu se destacar ao atingir crescimento de 6,7% no setor industrial, ficando em segundo lugar no ranking nacional do mês, atrás apenas do Paraná que cresceu 9,8%. Na comparação entre março de 2012 e março de 2011, Goiás obteve a maior alta do país com crescimento de 24,7%, seguido do Paraná.

Embora tenha demonstrado evolução em vários setores, a produção de produtos químicos e farmacêuticos foram os principais responsáveis pelo excelente desempenho da indústria goiana. De acordo com o levantamento do IBGE, Goiás lidera também no acumulado do ano (período de janeiro até o mês de março).

Fonte: brasil247.com

Estação florida


A primavera ainda não chegou no calendário, mas é justamente no inverno goiano, quente e seco.

A força e a beleza do Cerrado não se perdem nem mesmo nesta época de seca. Justamente quando o sol aparece quente e a umidade baixa é que os ipês, por exemplo, ficam mais fartos dos cachos de flores. A floração é uma reação da própria natureza. “A árvore se sente ameaçada e no intuito de perpetuar sua espécie emite a floração. Em seguida, ocorre a frutificação, com as sementes sendo espalhadas pelo vento”, explica o engenheiro florestal Antônio Esteves dos Reis, gerente de Arborização da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), em Goiânia.

Um olhar mais atento às margens das calçadas e lá estão alguns ipês rosas, amarelos, roxos ou brancos dando um colorido à paisagem que, neste mês, começa a ficar rigorosamente menos verde. O engenheiro conta que a arborização está espalhada pelo Centro, bairros e periferia da cidade. “Vemos alguns ipês-rosa na saída para Guapó e em bairros residenciais. A paineira, outra espécie do Cerrado, e que floriu muito no mês passado, pouco antes dos ipês, pode ser vista em grande quantidade nos setores Pedro Ludovico e Cidade Jardim”, cita. No Jardim América, ainda há quaresmeiras com flores. E em alguns pontos da BR-153, que corta o Estado, salpicam uns poucos pontos de ipês-amarelos.

No Centro da cidade, há predominância de espécies exóticas, aquelas que não pertencem ao nosso bioma, como a sibipiruna, a munguba, o fícus, a palmeira imperial e o flamboyant, que também presenteou a população com suas flores até o mês passado. As espécies nativas do Cerrado se adaptam facilmente ao solo pobre e ao déficit hídrico tão comum na nossa região por pelo menos três meses do ano. “Por isso, em todos os processos em que os contribuintes solicitam a remoção de árvores, se há a necessidade de retirada acertamos com eles um termo de compromisso para garantir que o replantio da nova muda será de espécies do Cerrado”, explicou Antônio Esteves.

Ele conta que a equipe da Amma analisa as características do local onde a árvore foi retirada para facilitar a escolha da nova espécie a ser plantada. O engenheiro florestal explica que há, principalmente, uma preocupação com a rede de distribuição de energia. “A poda não deixa de ser uma mutilação, então espécies com portes médio e baixo sofrem menos, arborizam, embelezam e não trazem prejuízos”, destacou. No quesito resistência, as espécies do bioma Cerrado também saem ganhando.

Quando se fala em árvores com flores típicas do Cerrado, os ipês vêm logo à cabeça e, sem dúvida, estão entre as árvores mais conhecidas pelas pessoas. São símbolos desse bioma de características tão peculiares e que se distribui numa longa extensão do território brasileiro. Não há região onde não exista pelo menos uma espécie dela. No mês de agosto, época em que se inicia a floração, é que o ipê fica mais bonito e é justo nesta época que a árvore desperta a atenção das pessoas.

O ipê é uma espécie de heliófita, ou seja, planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta e decídua, que perde as folhas em determinada época do ano. É um grupo de dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas, rosa, roxas, e até verde, que ocorre somente na Mata Atlântica. É adequado para o paisagismo urbano e, independente da cor, um ipê florido é sempre um convite à apreciação e, com toda certeza, uma bela foto para a posteridade. Mas que se apressem os admiradores: a floração é curta e logo a exuberância estará no solo onde as pétalas das flores que caem das árvores formam um bonito tapete no chão, sinalizando que o tempo da seca, da desfolha, chegou mesmo.

Fonte: Jornal O Hoje

Movimento começa a cair depois de férias


Reinício das aulas também promoveu a diminuição no número de visitantes no Zoo Gyn e no Mutirama, como era esperado.

A movimentação no Parque Mutirama no primeiro final de semana após o reinício das aulas já diminuiu. A média do final de semana, que chegava a 20 mil pessoas, já deve cair para 15 mil, segundo o secretário municipal de Esporte e Lazer, Wesley Batista. Já no Zoológico, de acordo com o diretor Raphael Cupertino a queda maior deve ocorrer nos dias de semana. Durante as férias, o número de visitantes em um dia de semana já chegou a três mil pessoas. Em períodos normais, a média é de 900 visitantes.

Mesmo com a queda, Wesley Batista acredita que o Parque Mutirama continuará cheio nos próximos dias. “Aqui ainda é novidade, algumas pessoas ainda estão de férias e é no começo de mês que muita gente recebe o salário”, explica. Além disso, ele ressalta que existem caravanas organizadas por escolas e por pessoas de cidades do interior para visitar o parque.

Quem deixou para visitar o Mutirama depois das férias não se arrependeu. A profissional autônoma Zilanda Paula levou os filhos Adriel, de 2 anos, e Adriele, de 5, para brincar na manhã de ontem. “Queria vir aqui desde que inaugurou, mas estava esperando o movimento diminuir. Valeu à pena. Quase não pegamos fila.” A agente de saúde Jaqueline Inácio teve o mesmo pensamento e foi com o filho Kaliel Inácio, de 10 anos, ao Mutirama também na manhã de ontem. “Esperei as férias acabarem e vim cedo para pegar pouca fila. Foi bom porque hoje está tranquilo. Só peguei fila mesmo na montanha-russa.”

O diretor do Zoológico acredita que número de visitantes no local deve continuar grande. “Aqui o movimento sempre foi pesado, mesmo antes das férias.” Para ele, cerca de 15 mil pessoas devem continuar passando pelo parque nos finais de semana. A dona de casa Matildis Sousa do Nascimento foi ontem ao zoológico pela segunda vez desde a reabertura do local e acredita que o movimento já está menor. “Hoje (ontem), vi menos pessoas do que da última vez. Só tem fila mesmo para ver as cobras.”

Fonte: Jornal O Hoje

sábado, 4 de agosto de 2012

Vestuário é preferência na hora de presentear os pais


Os pais devem receber presentes mais caros no dia deles, comemorado no segundo domingo de agosto, mesmo diante de uma retratação nas vendas do varejo, em decorrência da desaceleração da economia do País. De acordo com a pesquisa de intenção de compras referente a 2012, divulgada ontem pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Goiânia (CDL) e realizada em parceria com o Centro de Pesquisas Econômicas e Mercadológicas da Faculdade Alves Faria ( Cepem/Alfa), os pais podem ganhar presentes entre R$ 51,00 e R$ 150,00 . Dos 452 entrevistados, 58,7% vão gastar nesta faixa de valores (veja quadro ao lado).

Conforme a pesquisa, 42,7% ainda preferem comprar peças de vestuário – em 2011, o resultado foi de 38,8%. Em seguida, aparecem os artigos de perfumaria (16,8%), calçados e complementos (13,8%). Do total de pesquisados, 9,7% devem ficar mesmo somente no beijo e no abraço, enquanto 1,9% vão presentear o ente querido com um telefone celular.

Neste ano, a grande maioria (61,1%) vai comprar o presente para o pai em uma loja de rua, enquanto 24,7% em shoppings centers e 8,7% em camelódromos. E parece que o brasileiro anda preferindo não acumular dívidas já que 70,9% dos entrevistados vão usar o dinheiro vivo como forma de pagamento. Apenas 24,7% vão optar pelo uso do cartão de crédito.

Avaliação
De acordo com o coordenador da pesquisa, o economista e professor Aurélio Troncoso, muitos consumidores ainda questionam se a renda define o valor do presente. “Na teoria, eu diria que sim: a renda define a cesta de mercadoria a ser consumida. Mas, com o surgimento dos crediários, fica difícil definir isso na prática. A pesquisa deste ano ficou muito bem definida em relação à renda e ao que presentear, muito parecida com a pesquisa do ano passado, quando foi possível ligar a renda com o presente”, disse o especialista, no documento da pesquisa publicado no site da CDL Goiânia.

Ainda segundo ele, a pesquisa deste ano apresenta uma minoria de 45 pessoas que pretendem dar apenas beijos e abraços em seus pais. “As pessoas que disseram presentear com perfumaria, apresentam renda entre R$ 622 a R$ 2.488, Vestuário (roupas) com renda entre R$ 622 a R$ 3.100, Calçados e complementos com renda entre R$ 1.244 a R$ 3.100 e os outros presente com valores variados”, pontuou no mesmo documento. (Com informações da Cepem/Alfa/CDL)

Fonte: O Hoje

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Sambô, Jeito Moleque e Naldo em Goiânia

Data: 10/08/2012
Hora: 21h
Local: Sol Music Hall

Vem aí show com Sambô, Jeito Moleque e MC Naldo em Goiânia! Dia 10 de Agosto, a partir das 21h no Sol Music Hall.

ATrações:

- Sambô
- Jeito Moleque
- Naldo

Ingressos
Valores referentes ao 1º lote e meia entrada

Área Vip: R$ 40,00

Camarote: Feminino R$ 50,00 / Masculino R$ 70,00

Pontos de Venda
Vendas Online (consulte as taxas adicionais)
www.tkingressos.com.br
Central de dúvidas:             (62) 3920-0102      

www.ticplus.com.br
Central de Dúvidas:              (14) 3402-5800      .

Cais Nova Era passará por reforma



Demanda já agendada da unidade está sendo transferida para o Pronto Socorro Municipal e para o Centro Clínico, no caso de consultas com especialistas. Reforma é uma reivindicação antiga dos pacientes da unidade.

Aparecida de Goiânia, 03 de agosto de 2012 – A Secretaria Municiapal de Saúde (SMS), informa à toda a população que o Cais Nova Era passará por obras de reforma e ampliação nos próximos meses. As obras começam nesta segunda-feira, 6. Somente a emergência 24 horas será mantida durante esse período. A SMS informa ainda que os pacientes que tem consultas agendadas na unidade entre os dias 6 e 17 de agosto, podem ficar tranquilos. A Central de Agendamento Municipal já está fazendo contato com todos esses pacientes para reagendar os atendimentos, que serão transferidos para o Pronto Socorro Municipal ou para o Centro Clínico Municipal, no caso de consultas com especialistas.

Os profissionais do Cais Nova Era também serão remanejados para garantir o atendimento de todos os pacientes nestas duas unidades. São 24 médicos generalistas e seis especialistas, que realizam uma média de 1,7 mil consultas por semana no Cais Nova Era. Ao concluir o atendimento dessas consultas já agendadas, a própria Central de Agendamento Municipal de Consultas fará a distribuição dos próximos pacientes da região do Cais Nova Era para as demais unidades básicas de saúde. “O objetivo é distribuir as consultas a cada semana de forma que nenhuma unidade fique sobrecarregada”, explicou Paulo Rassi, secretário de Saúde.

O Cais Nova Era existe há mais de 20 anos e esta é a primeira grande reforma que recebe, incluindo ampliação e renovação de equipamentos e mobiliários. Estão previstas a estruturação do sistema elétrico da unidade; estruturação do sistema hidráulico-sanitário; adequação do sistema de ventilação; separação das recepções de consultas e emergência; adequação às normas da Vigilância Sanitária; ampliação do número de consultórios, entre outras melhorias.

A reforma garantirá um atendimento mais humanizado ao paciente e condições melhores de trabalho aos profissionais do Cais Nova Era. Por isso, a SMS pede a compreensão de todos os usuários da rede municipal de saúde. “As condições precárias de funcionamento do Cais eram frequentemente alvo das reclamações dos pacientes, que clamavam por uma reforma. Por isso acho que teremos a compreensão de todos, pois as obras tarão maior conforto e dignidade”, frisou Paulo Rassi, lembrando que o novo prédio seguirá o mesmo padrão das UBS’s já inauguradas pela SMS. Um trabalho de comunicação para informar à população sobre a reforma do Cais Nova Era também já foi iniciada pela SMS.

Fonte Prefeitura de Goiânia
Goiânia- No coração do Brasil

Centro Olímpico de Aparecida reabre vagas para diversas modalidades esportivas


As modalidades são: Caminhada orientada, Capoeira, Futsal, Futebol de Areia, Futebol de Campo, Hidroginástica, Natação, Voleibol e Tae Kwon Do. Cada modalidade tem um período determinado,e uma faixa etária que varia dos sete aos setenta anos.

Aparecida de Goiânia, 03 de agosto de 2012– O coordenador da secretaria de esporte e lazer de Aparecida, André Luís, informa que foram reabertas no último dia 31 de julho, as vagas para iniciação esportiva. As matrículas ficam abertas até o preenchimento total das turmas, que varia entre 35 e 40 alunos. As aulas são ministradas nos três turnos - matutino, vespertino e noturno - de terça a sexta-feira, com turmas divididas por faixa etária. “Tivemos um recesso em julho, por conta das férias escolares, e retomamos as atividades agora abrindo novas vagas”, frisou André Luís.

As modalidades são: Caminhada orientada, Capoeira, Futsal, Futebol de Areia, Futebol de Campo, Hidroginástica, Natação, Voleibol e Tae Kwon Do. Cada modalidade tem um período determinado, (veja Box abaixo), e uma faixa etária que varia dos sete aos setenta anos. “O Centro Olímpico procura atender todos na medida do possível, pois a demanda é muito grande”,salientou André.

Segundo o coordenador, os meses de agosto, setembro, outubro e novembro são os que mais tem procura por parte da população aparecidense, principalmente porque antecede às férias de fim de ano, e também por causa da mudança de clima, que começam a provocar certos problemas de saúde. “As aulas servem para ativar a circulação, dar empenho e também são importantes para que crianças e adolescentes tenham uma ocupação no período em que não estão na escola”, ressalta.

O Centro Olímpico tem hoje um quadro de 20 professores, duas piscinas sendo uma olímpica e outra semi-olímpica, e tem capacidade para atender mais de mil e quinhentos alunos. As aulas são ministradas de hora em hora, começando às 7h30 e terminando às 20h, e são totalmente gratuitas.

Para se matricular em algumas dessas modalidades esportivas basta procurar o Centro Olímpico, localizado na Rua 8, quadra 21, setor Conde dos Arcos, portando duas fotografias 3x4, comprovante de endereço recente e documento de identidade. Os adultos devem apresentar também atestado médico autorizando a prática de exercícios físicos.

BOX:

Modalidades: Futsal, Futebol de Areia, Futebol de Campo e Natação.
Turno: Matutino
Idade: 7 a 17 anos


Modalidades: Futsal, Futebol de Areia, Futebol de Campo, Natação e Vôlei
Turno: Vespertino
Idade: 7 a 17 anos

Modalidades: Caminhada orientada, Capoeira, Hidroginástica, Natação.
Turno: Noturno
Idade: Acima de 18 anos

Modalidades: Tae kwon do
Idade: acima de 7 anos
Turno: Noturno

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Professores da UFG não aceitam acordo para encerrar greve


O governo federal concluiu na noite desta sexta-feira a negociação do fim da greve dos professores com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) e vai mandar o projeto de lei com mudanças na carreira para o Congresso. A decisão desagrada a maioria das instituições paralisadas, uma vez que a Proifes representa apenas 6 das 59 universidades federais. Na reunião de quarta-feira, outros três sindicatos - Andes, Sinasefe e Fasubra - foram contrários à proposta do governo. Apenas a Proifes acatou.

O maior sindicato da categoria, o Andes, que representa 51 universidades federais, diz que a greve deve continuar. A professora Clarisse Gurgel, da Unirio, acusa a Proifes de "pelega". "Eles foram os últimos a embarcar na greve, porque viram que não tinha volta, e agora dão esse golpe", disse. "Essa entidade ficcional assinou um acordo que prejudica os professores, tira seus direitos".

Clarisse destaca a baixa representatividade da Proifes e afirma que, até entre as sete instituições associadas, não há consenso sobre o fim da greve - como na Universidade Federal de Goiás. De acordo com a proposta que será encaminhada ao Congresso, os salários terão reajuste que variam de 25% a 40% em três parcelas - março de 2013, março de 2014 e março de 2015. Além disso, serão constituídos grupos de trabalho para tratar de questões pendentes, entre elas as relativas ao acompanhamento do plano de expansão das universidades e institutos federais do País.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Mais Goiás)

Informativo: Boletim de Goiás



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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Parque João Leite vai proteger manancial da grande Goiânia


O governo do Estado espera entregar em breve à população goiana o Parque Estadual João Leite, cuja área vai proteger todo o reservatório do Ribeirão João Leite - manancial que vai assegurar o abastecimento de água da grande Goiânia até o ano de 2040.

A nova unidade de conservação ambiental vai se integrar à área do Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco (reaberto em janeiro deste ano, após um incêndio que causou grande destruição da flora local em 2010), que já conta com infraestrutura a ser compartilhada pelo novo parque: portaria, sede administrativa, centro de visitantes, estação ciência, auditório para 50 pessoas, trilhas interpretativas e quartel de Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros. Os dois parques, juntos, perfarão uma área protegida de quase cinco hectares, cortada pela rodovia BR-060/153, entre os municípios de Goiânia, Goianápolis e Terezópolis de Goiás. A área total do Parque João Leite está distribuída entre os municípios de Goianápolis, Goiânia, Nerópolis e Terezópolis de Goiás.

A criação do Parque - além de proteger o reservatório de água do Ribeirão João Leite e impedir ocupações irregulares - vai permitir ainda regularizar a situação da área conhecida como “Parque dos Ipês”. Esta área, que foi adquirida pelo Estado de Goiás nos anos 1988/1989 para a formação de um “parque ecológico”, ainda não foi legalmente transformada em Parque.

A criação do Parque João Leite vai permitir ainda a execução, por parte do governo do Estado, de um programa de reflorestamento cumprindo os objetivos do Programa Compensar Ambiental, que consiste em ações de compensação das emissões de gás carbônico emitidas pelas atividades administrativas do Governo.

Fonte: Goiás Agora

Goiás vai implantar um dos maiores programas de saneamento rural do País


A fim de proteger os mananciais hídricos de Goiás, o Governo do Estado vai promover a instalação de fossas sépticas biodigestoras em 100 mil propriedades rurais. Considerado um dos maiores programas de saneamento rural do País, suas instalações vão começar pelas propriedades rurais próximas ao reservatório do João Leite e também nas que se localizam ao longo de toda extensão do Rio Meia Ponte. O custo total para a instalação dos equipamentos em todas as 100 mil localidades é estimado em R$ 25 milhões.

fonte: Goiás Agora

Viagens dos goianos mais que dobraram


Desempenho se refere aos cinco últimos anos, segundo Abav. Procura por passagens abrange todas as classes socioeconômicas.

O goiano está viajando mais a cada ano. A comprovação vem do número de agências de viagens que mais que dobrou nos últimos cinco anos, de acordo com a presidente da seção Goiás da Associação de Agências de Viagens (Abav), Tereza Melo. Hoje, apenas Goiânia concentra 300 agências de viagens. Estimulado pela demanda cada vez maior, o setor cresce anualmente na ordem dos 12%.

“A resposta mais comum para o que a pessoa deseja fazer é viajar”, diz Tereza. A classe média tem aumentado a frequência de viagens a passeio, mas não é a única que engrossa as estatísticas do setor turístico. “A classe C tomou gosto por viajar e tem ajudado a lotar hotéis em todos os lugares”, afirma.

Embora, segundo Tereza, neste mês de julho os resultados tenham ficado aquém das expectativas, por causa da alta do dólar, que inibe, principalmen­te, as viagens internacionais, as agências mantém ascendência nas vendas de passagens com finalidade turística.

A advogada Carla de Moreira de Mendonça, de 41 anos, está de viagem marcada para a Europa: vai passar o mês em Roma. Ela conta que sempre viaja, até mais de uma vez por ano, e que tem observado que os hotéis nunca estiveram tão cheios quanto nos últimos anos. “Há um aumento visível de turistas. A economia está melhor e está mais fácil adquirir pacotes e comprar passagens”, diz a advogada.

E está mesmo! No País, os gastos com viagens da nova classe média, que tem rendimento de R$ 291 a R$ 1.019 por pessoa, cresceram em 277,3% nos últimos dez anos, segundo pesquisa do Data Popular sobre as perspectivas de viagens de turismo para os brasileiros, divulgada ontem. O volume passou de R$ 4,4 bilhões em 2002 para um gasto estimado em R$ 16,6 bilhões neste ano.

A classe média responde por 52,3% dos brasileiros que pretendem fazer uma viagem internacional nos próximos 12 meses. A parcela sobre para 60,4% quando se consideram os voos nacionais.

Na média nacional, os gastos com viagens dobraram nos últimos dez anos. Enquanto isso, os das famílias de classe média quase triplicaram. Ainda segundo a pesquisa, os gastos, somados de todas as faixas de renda, saltaram de R$ 24,1 milhões para R$ 48,1 milhões.

As famílias com ganhos de até R$ 290 por pessoa (de baixa renda) também mostraram crescimento importante. Os gastos dessa faixa com viagens cresceu em 121,7%. Por outro lado, na alta renda (ganhos a partir de R$ 1.020 por familiar), o crescimento foi de 51,7%.

“Em um ano, são 50 milhões de brasileiros dessa camada social que pretendem investir em voos nacionais. Ainda da classe média, 13,5 milhões pretendem fazer uma viagem aérea ao exterior”, afirma Renato Meirelles, sócio diretor do Data Popular.

Fonte: Jornal O Hoje

Falta de espaço multiplica construção de arranha-céus em cidades médias


Nos dois últimos anos, por exemplo, 125 projetos de prédios com mais de 15 andares foram aprovados em Goiânia..

Um fenômeno está tomando as cidades médias brasileiras. É a multiplicação dos arranha-céus. Eles cresceram, e cresceram muito. Os andares mais altos são os mais disputados.

O auditor fiscal Paulo Rodrigues da Silva e Emilene escolheram o 32º andar para morar. A decisão veio depois de uma visita ao igualmente gigante Edifício Itália, em São Paulo. “Eu achei maravilhoso aquilo, fascinante”, disse Paulo Rodrigues da Silva, auditor fiscal.
A construção de tantos prédios altos em Goiânia acontece por uma razão que as grandes cidades conhecem bem: a falta de espaço. Com a escassez de terrenos, as construtoras decidiram olhar para o alto. Nos dois últimos anos, 125 projetos de prédios com mais de 15 andares foram aprovados nacidade.

Segundo engenheiros e arquitetos para chegar lá em cima é preciso investir. O concreto, por exemplo, tem que ser no mínimo três vezes mais resistente que o concreto utilizado na construção de uma casa. Mas tem outros desafios que os especialistas sozinhos não conseguem resolver para levantar prédios tão altos. Um deles, convencer o interessado a comprar um apartamento que tantos cálculos derrubam qualquer medo de ficar tão longe do chão.

Os elevadores ficaram mais velozes e isso convenceu Maurício a trocar a casa pelo apartamento. “Olha a vista. Era isso que eu queria mesmo”, exclama Maurício.

Diego trabalha na construção de um prédio de quarenta e um andares. Depois deve ir para a obra de um de 50 andares. Nas horas vagas, ele diz que prefere ficar bem pertinho do chão.

Repórter: Você moraria num apartamento no 41º andar?
Diego: Eu acho q eu não tinha coragem não, muito alto.

Grandes edifícios podem ser a solução de alguns problemas urbanos, mas também podem criar outros. O arquiteto Jhon Silveira diz que a cidade precisa se planejar antes de erguer prédios assim. “De repente, toda aquela estrutura pensada para o bairro, a questão da mobilidade, do tráfico urbano tudo isso começa a virar bagunça, começa a criar confusões e transtornos para a cidade”, afirmou Jhon Silveira.

Fonte: G1 (Bom dia Brasil)
Foto: Autor não Identificado.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Goiás é 1º na geração de empregos no Brasil


Foram criados mais de 74 mil postos de trabalho no Estado no 1º semestre (+6,87%). Indústria da transformação continua na frente,

Goiás encerrou o primeiro semestre com o melhor desempenho em percentual na criação de empregos formais do País, mas já mostrando tendência de desaceleração, após forte crescimento até o mês de maio. De janeiro a junho, foram criados 74.176 novos postos de trabalho com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O saldo mensal é resultado de 401.158 contratações e 326.982 demissões. Com o resultado, o Estado registrou alta de 6,87% sobre o primeiro semestre do ano passado. O crescimento de Goiás foi maior que os 5,4% da região Centro-Oeste, e representou, sozinho, 48.67% do total de vagas criadas na região. O resultado goiano também supera o nacional (leia matéria abaixo).

Segundo o superintendente Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) em Goiás substituto, Valdivino Vieira, o resultado, em termos relativos, que leva em consideração o tamanho da economia dos Estados, mostra que a economia goiana continua com maior força que a média nacional. “O resultado é muito positivo, considerando as previsões para esse ano, que preveem desaceleração da economia”, avalia.

O resultado do Caged confirma a previsão de desaceleração após o mês de maio, estimulada pela redução das atividades agrícolas, provocada pelo início do período de estiagem. “Em função disso não há como prever o volume de vagas até o final do ano”, diz Valdivino Vieira, que, apesar da previsãode desaceleração, o resultado acumulado até o final do ano não deverá registrar quedas no número de vagas em Goiás.

A criação de empregos de janeiro a junho foi puxada, principalmente, pela indústria da transformação, com destaque para o setor de alimentos e bebidas. O setor criou 23,5 mil vagas do total de empregos gerados no Estado. O setor de serviços vem logo em seguida ao ampliar em quase 20 mil novos postos de trabalho. Na terceira posição aparece a construção civil, com elevação de 14.36% no número de vagas criadas no semestre, tendo gerado 13 mil empregos diretos.

O empresário Joaquim Amazay, da Ferroart Estruturas Metálicas, ampliou em 20% o quadro de funcionários no primeiro semestre, até o mês de maio. Foram contratados 15 novos profissionais nesse período entre soldadores, montadores de estruturas metálicas, além de pessoal para o setor administrativo. “A partir de agora a tendência é de frear esse crescimento, em função de uma expectativa com a crise na Europa”, avalia.

Junho
Ainda segundo dados do Caged apontam criação de 5.261 vagas de trabalho formais em Goiás. O setor de serviços criou 2.360 empregos em alta de 0,61 sobre o mês anterior. Os postos de empregos criados pela agropecuária goiana se elevaram em 1,74%.

Foram criadas 1.606 empregos pelo setor agrícola. A indústria da transformação cresceu 0,44% com a criação de 1.070 empregos celetistas. Dois setores mostraram saldos negativos. O comércio perdeu 44 postos (-0,2%) e o setor de serviços de utilidade pública perdeu 14 postos (-0,13%).

Fonte: Jornal O Hoje